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A cirurgia vascular evoluiu, ao longo dos últimos anos, para procedimentos cada vez menos invasivos, o que permitiu com que o trauma operatório se tornasse menor; assim como tempo de internação, dor pós-operatória e a própria mortalidade cirúrgica.
Esses avanços tiveram na adoção da técnica endovascular (onde a cirurgia é realizada por cateteres, balões de angioplastias, stents, etc.) seu maior expoente. Cirurgias de aneurismas da aorta abdominal sem grandes incisões (ou até mesmo por pequenos orifícios na virilha), desobstruções das artérias e das veias, embolizações de tumores e implante de cateteres e filtros se tornaram possíveis graças às técnicas de cirurgia endovascular.
Sem dúvida um grande progresso da ciência médica em prol do conforto e segurança do paciente mas que trouxe alguns riscos adicionais ao profissional de saúde que protagoniza tais procedimentos; a exposição cumulativa à radiação do equipamento de raio X, indispensável para realizar tais cirurgias endovasculares. Fazemos uso de proteção, pelo uso de roupas , “pescoceiras” e óculos com camada de chumbo que ajudam a filtrar os raios. Porém, os braços, a cabeça e as pernas ficam em grande parte expostos aos nocivos raio X. O problema não é sobre aquele que se expõe eventualmente,  como a maioria dos pacientes, mas sobre aqueles que diariamente exercem vários procedimentos endovasculares, expostos várias horas ao dia à radiação.
Anexo a este artigo há um vídeo-depoimento de um dos maiores expoentes da cirurgia cardiovascular e endovascular sobre os efeitos da radiação no seu corpo.

Visita ao Arizona Heart Institute

Visita ao Arizona Heart Institute


Tive a oportunidade de visitar o Arizona Heart Institute há alguns anos e vi o Dr. Edward Dietriech operar tanto cirurgias “tradicionais” como endovasculares e, confesso, fiquei muito sensibilizado com o filme. Nele, o renomado cirurgião expõe sua doença e declara sua crença de que, em grande parte, sua catarata (operada), assim como um tumor cerebral recém-descoberto, possam ter sido desencadeados por anos de exposição aos raios X.
Infelizmente o vídeo está em inglês, mas é possível entender o contexto, somente com as informações acima.

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