Esta é uma calculadora de risco de tromboembolismo venoso para pacientes cirúrgicos que usa o Escore de Caprini.

Como usar a calculadora

Aos colegas que queiram usar e incorporar o resultado ao prontuário eletrônico de seus pacientes, após o cálculo aparecerá um botão de exportação para arquivo texto (.txt) que pode ser salvo ou copiado e colado no prontuário. OBS: Nenhum dado do paciente gravado em banco de dados e após sair da pagina as informações serão perdidas.

Bom proveito!

Calculadora do Escore de Caprini

Calculadora do Escore de Caprini

Avaliação do risco de tromboembolismo venoso (TEV) em paciente cirúrgico

Referências e notas de uso
  1. Caprini JA. Thrombosis risk assessment as a guide to quality patient care. Dis Mon. 2005 Feb–Mar;51(2–3):70–8. PMID 15900257. — Modelo de 2005 aplicado nesta calculadora.
  2. Gould MK, Garcia DA, Wren SM, Karanicolas PJ, Arcelus JI, Heit JA, Samama CM. Prevention of venous thromboembolism in nonorthopedic surgical patients: Antithrombotic Therapy and Prevention of Thrombosis, 9th ed: American College of Chest Physicians Evidence-Based Clinical Practice Guidelines. Chest. 2012;141(2 Suppl):e227S–e277S. doi:10.1378/chest.11-2297. — Faixas de estratificação, incidências de TEV e recomendações de profilaxia, com os respectivos graus de recomendação.
  3. Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Protocolo de prevenção do tromboembolismo venoso. — Regra dos 6 passos: estratificar, verificar o risco hemorrágico, prescrever, reavaliar a cada 48–72 h.
  4. Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Avaliação do risco de sangramento na profilaxia do tromboembolismo venoso. J Vasc Bras. — Contraindicações absolutas e fatores de risco aumentado de sangramento.
  5. Caprini JA. Individual risk assessment is the best strategy for thromboembolic prophylaxis. Dis Mon. 2010 Oct;56(10):552–9. PMID 20971324. — Revisão posterior do modelo, com reponderação de fatores. Não aplicada aqui.

Por que 0 · 1–2 · 3–4 · ≥ 5. O estrato exibido segue o Caprini 2005 como estratificado pelo ACCP/AT9 (Gould et al., Chest 2012) e pelos protocolos brasileiros (SBACV, HC-UFMG, Unimed, Hcor). Algumas referências refinam ainda o topo da escala, classificando > 8 pontos como risco muito elevado (6,5% a 18,3% de TEV); essa faixa aparece na régua acima, mas não altera a conduta — farmacológica e mecânica em ambos os casos.

Sobre o estrato 5–8. A diretriz do ACCP não fixa um corte adicional entre 5 e 8 pontos. Valores de 5 a 6 e de 7 a 8 aparecem na literatura de cirurgia geral com incidências descritas em torno de 1,8% e 4,0% respectivamente; a régua mantém a leitura única do ACCP.

Avaliação de apoio, não prescrição. O escore estima a probabilidade de um evento tromboembólico e não substitui o julgamento clínico. A conduta final depende do risco de sangramento, das contraindicações, do tipo de cirurgia e do protocolo da instituição.

Clínica Fluxo — Clínica de Cirurgia Vascular
Rua Arthur Corradi, 101 — Sala 53 · São Bernardo do Campo/SP ·CEP 09725-240
Dr. Robson Miranda — Responsável técnico
Outras tabelas e calculadoras

Link para escore de Caprini para pacientes submetidos a cirurgia de varizes: Escore de Caprini para Cirurgia de Varizes

Link para escore de Pádua para pacientes clínicos

Referência:

Caprini JA. Thrombosis risk assessment as a guide to quality patient care. Dis Mon. 2005;51(2–3):70-78.